Sobre respeitar o próximo
- 13 de nov. de 2015
- 2 min de leitura

Tenho visto muita intolerância. Na rua, na internet, nas famílias. Parece que ninguém mais tem o que fazer além de implicar com os outros.
Concordo com o direito de se expressar que todos nós temos, entretanto vejo uma linha tênue entre opinião e falta de respeito.
As pessoas estão divididas em tribos e sempre foi assim, mas não sei até onde esse sistema funciona porque tudo é pouco ou é demais. É demais amamentar em público, é pouca cultura ouvir funk, é pouca gente que não assume os cabelos crespos, é gente demais tentando ter o "corpo do verão". Perceba que as palavras "pouco" e "demais" podem ser trocadas em todos esses exemplos, só depende de que lado você decide ficar.
Minha dica? Vai com calma, vai com educação.
Se você acha que cursar faculdade é o único caminho para o sucesso, entenda que o significado de ser bem sucedido é diferente para cada um e tem gente que nem o quer.
Você pode crer num deus único e poderoso, mas as pessoas creem em outros deuses, santos e curandeiros. A sua verdade não é universal, portanto respeite a fé do outro sem julgá-lo ou condená-lo ao inferno que você acredita já estar livre. Se acredita em Jesus Cristo faça jus às palavras dele sobre amar o próximo como a si mesmo. Não tem exceção, não tem "mas" depois do ensinamento.
Se você quer o impeachment da presidente, ok! Seu direito como cidadão. Porém não incomode seus amigos que não compartilham sua ideologia (Minha opinião sobre esse tema? Não concordo. Ela foi eleita pela democracia, ponto final).
Sejamos menos radicais. Prezemos pelo bem genuíno, que aproxima as pessoas em igualdade.
Somos 7 bilhões de vidas em um só planeta. Precisamos fazer isso funcionar porque não será Marte quem vai resolver os nosso problemas.
P.S.: Uma música linda para lembrar que somos conjunto, comunidade...







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